Com apoio da Atem, campanha ultrapassa meta e coleta 1.341 bolsas de sangue em Manaus

A 21ª edição da campanha Super Doadoras, realizada em agosto em Manaus, encerrou com saldo positivo: 1.341 bolsas de sangue foram coletadas no mês, superando a meta inicial de mil doações. A iniciativa é uma parceria do Instituto Super Doadoras com a Atem Distribuidora, em apoio ao trabalho da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).

“O trabalho desenvolvido pelas mulheres do Instituto Super Doadoras é fundamental e acontece de forma contínua. Elas acompanham de perto a realidade do banco de sangue do Hemoam e se mobilizam não apenas para doar, mas também para incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo”, ressaltou o Diretor Comercial da Atem, Alexandre Ferreira.
Além de estimular novos voluntários, as campanhas respeitam o intervalo necessário entre doações, permitindo a participação de um número maior de pessoas. No Brasil, homens podem doar até quatro vezes por ano (a cada 60 dias) e mulheres até três vezes (a cada 90 dias).

De acordo com a presidente do instituto, Silvana Reis, o resultado reflete o engajamento crescente da comunidade. “A cada edição, conquistamos novos doadores que se juntam à causa, fortalecendo ainda mais essa corrente do bem”, afirmou.
A campanha garantiu doações voluntárias e direcionadas, que irão reforçar os estoques do banco de sangue do Hemoam.
Segundo o Hemoam, os requisitos básicos para doar incluem ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, estar em boas condições de saúde, não ter ingerido álcool nas últimas 12 horas e apresentar documento original com foto.

A campanha se consolida como uma das principais ações de mobilização para doação de sangue no Amazonas. “Doar sangue é um gesto simples, mas que faz toda a diferença na vida de quem precisa. É inspirador ver as pessoas se unindo, mostrando que juntos podemos transformar a realidade e salvar vidas”, concluiu Silvana Reis.

ESG na prática: Atem patrocina maior programa de monitoramento ambiental fluvial da Amazônia

A Bacia do Tarumã-Açu, uma das mais importantes áreas hídricas da Região Metropolitana de Manaus, está sob constante pressão ambiental, mas ainda apresenta trechos com boa qualidade de água. É o que revela o mais recente relatório técnico do Programa de Monitoramento de Água, Ar e Solos do Amazonas (ProQAS/AM), patrocinado pelo Grupo Atem e coordenado pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em parceria com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam)

O estudo utiliza o novo Índice de Qualidade de Águas Pretas (IQAáguas pretas), desenvolvido com base em mais de 340 mil análises laboratoriais e dados coletados entre 2022 e 2025. Foram monitorados 15 pontos ao longo da Bacia do Tarumã-Açu, com ênfase em 164 parâmetros físico-químicos, biológicos e de presença de metais.

Os resultados indicam que as áreas mais preservadas da bacia, próximas às nascentes no km 40 da BR-174 e aos igarapés do Acará, Leão e Mariano, apresentaram índices de qualidade de água classificados como boa a ótima. Já os trechos mais próximos à zona urbana de Manaus, especialmente nas imediações da marina do Davi, do aterro sanitário municipal e de áreas com ocupações irregulares demonstraram níveis regulares de qualidade, com presença significativa de coliformes termotolerantes, resíduos sólidos e indicadores de poluição orgânica.

Investimento na Pesquisa Amazônica
O Grupo Atem é o único agente privado a apoiar o ProQAS/AM. A companhia construiu o barco “Roberto Santos Vieira”, com 28 metros de comprimento e quatro laboratórios de última geração, além de camarotes, refeitório e estrutura completa para expedições científicas. O nome da embarcação homenageia um dos idealizadores do primeiro curso de Direito Ambiental da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A Atem também fornece o combustível utilizado nas campanhas de monitoramento.

“O apoio a este programa, desde o início, só reforça nosso compromisso com o meio ambiente, com as comunidades ribeirinhas, com o Amazonas e com a pesquisa científica”, afirma o CEO do Grupo Atem, Fernando Aguiar.

Ferramenta Estratégica
Além do Tarumã-Açu, o ProQAS/AM monitora os rios Negro, Madeira e outras microbacias da capital amazonense. As informações geradas já embasaram o novo Plano Estadual de Recursos Hídricos e vão subsidiar políticas públicas de proteção e uso racional da água na cidade.
Para os pesquisadores, o IQA desenvolvido para águas pretas é apenas o primeiro passo. A equipe trabalha, agora, na construção de índices específicos para águas brancas e cristalinas, a partir de expedições no rio Madeira e, futuramente, no Tapajós.

Campanha “Água é vida, doe vida” entrega 3 mil litros de água potável para famílias ribeirinhas atingidas pela seca

A Atem doou mais de 10 mil litros de água para a campanha
Daniele Silva, secretária executiva na Cáritas Arquidiocesana

No Lago Acajatuba, em Manacapuru, mais de 100 famílias esperam que as chuvas tragam de volta os dias de fartura. Ainda sob os efeitos da vazante histórica de 2024, os ribeirinhos sofrem para garantir a renda mensal, para se locomover e até para ter acesso a água potável.

Uma das famílias impactadas é a do pescador Hermes Aires de Souza Filho, que desde setembro está sem sua principal fonte de renda por conta da vazante, que provoca a escassez de peixes e de água para beber.

Ele mora há 20 anos no Acajatuba, mais especificamente em uma casa flutuante no igarapé da Prainha que, quando está cheio, é a via de acesso de mais de 170 famílias que vivem nas comunidades ribeirinhas Nossa Senhora Perpétuo Socorro, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora Conceição, Santa Maria e São Francisco Bujaru, todas na região do Lago Acajatuba. Mas, desde meados de setembro, o flutuante de Hermes está “encostado” em uma ilhota que se formou com a seca do igarapé e ele não consegue mais pescar por conta da estiagem.

“Aqui a gente pega cará, matrinxã, jaraqui… mas este ano a seca chegou mais cedo e o período de pesca acabou antes. Com o igarapé seco, a água que a gente puxa não dá para consumir, é muito suja. Aí, para ter uma água mais limpa, a gente tem que pagar essa contribuição para poder buscar água no poço. É uma dificuldade a mais, ainda mais sem nossas fontes de renda”, relatou Hermes, enquanto carregava nos ombros um pacote de água mineral que deve garantir a ele algumas semanas de tranquilidade – e saúde.

A família dele foi uma das beneficiadas pelas doações da campanha “Água é vida, doe vida”, promovida pela Cáritas Arquidiocesana de Manaus com o apoio da Atem Distribuidora e outros parceiros, que já arrecadou mais de 24 mil litros de água mineral para serem doados para famílias ribeirinhas afetadas pela seca na zona rural dos municípios de Iranduba, Careiro da Várzea, Careiro Castanho e Manaquiri. Quase metade das doações – mais de 10 mil litros – foi feita pela Atem e seus colaboradores.

“Nesse período a gente fica esquecido, ilhado sem o rio. Então, uma doação como essa, neste momento, é muito importante para nós. É um presente grande de Natal antecipado”, disse Hermes.

A coordenadora do Núcleo Paroquial Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, professora Alcione Santos, é a responsável por organizar a distribuição das doações às famílias das cinco comunidades que fazem parte do núcleo. Por conta da estiagem, o porto da Prainha virou uma central de distribuição. Na última quarta (13), o caminhão da Cáritas, carregado com 3 mil litros de água mineral, levou as doações até as margens do igarapé da Prainha, onde os ribeirinhos vão buscar os donativos, em canoas, e levar até suas comunidades, em trajetos que, na cheia, eram feitos em 25 minutos e, hoje, passam de duas horas e meia.

“Essa doação é muito importante para essas famílias, pois elas dependem da pesca, do plantio e do artesanato para a renda familiar, atividades que estão escassas devido à seca, que dificulta o plantio e as colheitas, a pesca e até o consumo de água. Porque, como a maioria das comunidades não tem poço, as pessoas dependem da água do rio, que nesta época do ano fica ainda mais imprópria para o consumo”, contou Alcione.

Campanha expandida

A campanha “Água é vida, doe vida” foi lançada em 20 de setembro pela Cáritas Arquidiocesana de Manaus em parceria com a Arquidiocese, Atem Distribuidora e outras empresas e instituições. “Essa campanha surgiu para ajudar as comunidades ribeirinhas que estão sofrendo com a seca extrema, precisando do nosso apoio. É uma campanha voltada inicialmente à arrecadação de água, mas que estamos expandindo para doações de alimentos e financeiras, que estão sendo usadas para a aquisição de filtros portáteis de purificação de água”, contou Daniele Silva, secretária executiva na Cáritas Arquidiocesana de Manaus.

Para o CEO do Grupo Atem, Fernando Aguiar, o sucesso da iniciativa reforça a importância do envolvimento e do apoio da sociedade a ações desse tipo, especialmente durante a vazante dos rios, que afetam não só o deslocamento e a geração de renda das famílias ribeirinhas, mas o acesso à saúde. “Além disso, essa campanha contempla o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 da ONU (Organização das Nações Unidas), que visa garantir o acesso universal e equitativo à água potável e ao saneamento básico. Mais que saúde, é uma ação que leva dignidade para centenas de famílias.”

A família do pescador Hermes Aires de Souza Filho, que vive na região do Lago Acajatuba, foi uma das beneficiadas com a doação de água

Atem apoia a 18ª edição da campanha de doação de sangue do Instituto Super Doadoras

Após mais de um mês de mobilização, a 18ª edição da ação Super Doadoras, uma iniciativa apoiada pela Atem e que busca divulgar a importância da doação de sangue e captar novos doadores para manter os estoques do Banco de Sangue da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) abastecidos, encerrou no último domingo (22) e superou a meta de 1.200 novas doações de sangue.

Para celebrar o resultado, o Instituto Super Doadoras promoveu um café da manhã especial na Ponta Negra para entregar as camisas personalizadas, um gesto de agradecimento aos doadores da campanha, que superou as expectativas, revelou a presidente do Instituto, Silvana Reis.

“Ainda não computamos todas as doações, mas, mais uma vez, a meta foi ultrapassada. E, para comemorar, o encerramento desta edição aconteceu de um jeito diferente, com um treino livre na Faixa Liberada e uma mesa com frutas, sanduíches, bolos, sucos, café e leite. Encerramos uma super campanha da melhor forma, praticando atividades físicas e confraternizando”.

Ela destacou a importância do apoio da Atem para o crescimento da campanha e, também, para ampliar a divulgação e o alcance da iniciativa, arrecadando mais doadores de sangue. “Somos gratos à Atem por nos apoiar desde a 3ª edição, quando nossa meta eram apenas 300 bolsas de sangue, na época um grande desafio. Ainda éramos um projeto, e hoje somos o Instituto Super Doadoras. Essa conquista é fruto do nosso trabalho voluntário, da ajuda de Deus e de grandes empresas como a Atem, que apoia projetos sociais. Assim ganhamos visibilidade e temos conseguido superar as metas de doações”.

A Diretora de Marketing, Comunicação e ESG da Atem, Paula Vieira, destaca a importância de ações como essas. “Essa iniciativa do Instituto Super Doadoras é de suma importância para garantir o estoque do Banco de Sangue do Hemoam e salvar vidas. A Atem reconhece o impacto social positivo das campanhas e a importância de sensibilizar e incentivar as pessoas a se tornarem doadoras e ajudarem a salvar vidas.”

Quem pode doar?

De acordo com o Hemoam, para ser doador basta estar com boa saúde, ter entre 18 a 69 anos e pesar mais de 50 quilos. Caso tenha entre 16 e 17 anos pode doar somente acompanhado do responsável ou representante legal. Idosos podem doar desde que tenham feito alguma doação antes dos 60 anos. Também é importante estar bem alimentado e munido de documento de identidade oficial e original com foto (RG, CNH, passaporte ou Carteira de Trabalho). Outras informações, incluindo o Guia do Doador, estão disponíveis no site hemoam.am.gov.br.